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terça-feira, 14 de outubro de 2014

Homenagem ao Dia dos Professores





Olá amigos, amanhã um dia mais que especial, e claro, o Blog Planos de Aula Click Educativo não poderia deixar de prestar sua devida homenagem.
O post que segue é de uma linda carta que um aluno manda ao seu professor, como achei lindo, decidi compartilhar.
Leia até o final, vale a pena.
Foi compartilhado do site www.mensagensdecarinho.com.br

FELIZ DIA DOS PROFESSORES A TODOS OS GUERREIROS DA EDUCAÇÃO!!

Penso que esta é a oportunidade ideal para agradecer por tudo aquilo que o você faz por mim, por tudo o que me ensina em aula e, também, por tudo de bom que a sua postura séria, honesta e ética sugere a mim e a todos os meus colegas de classe.
Acredito que a sua vida seja bastante complicada, com tantas coisas a ensinar, com tantas provas a corrigir, com toda a preocupação em saber se os seus ensinamentos foram assimilados... creio que sejam poucas as profissões que exijam tanto de alguém como o magistério, pois a sua tarefa não termina quando o sinal sonoro indica o fim da aula, e isso torna a sua função um verdadeiro sacerdócio, não é?
Sei que às vezes não sabemos reconhecer o seu esforço e a sua dedicação e, assim, peço-lhe desculpas em meu nome e em nome de meus colegas também. Não é por mal, acredite! Mas, este dia me parece uma boa oportunidade para que todos nós façamos uma promessa para nos comportarmos melhor durante as aulas, para sermos mais atentos, e para retribuirmos a sua dedicação com a nossa dedicação.
A gente ouve dizer que a vida do professor é muito sacrificada: muito trabalho, muito estresse, pouco respeito e pouco dinheiro... No entanto, quero que esta cartinha toque o seu coração e a sua mente como uma luzinha no fim do túnel, como uma renovação desta sua esperança latente de que, um dia, finalmente, o mundo saberá reconhecer o valor das suas palavras, da sua abnegada dedicação, do seu árduo, nobre e sagrado trabalho. Eu já estou fazendo isso, acredite!
Com admiração e gratidão,

domingo, 5 de outubro de 2014

CIÊNCIAS: O QUE É GRAVIDADE?

Objetivo(s) 
- Observar a existência da força da gravidade e entender como ela age.
Conteúdo(s) 
Gravidade.
Ano(s) 
Tempo estimado 
Três aulas.

Material necessário 
Vídeo que mostra a vida em uma estação espacial, bichos de pelúcia de pesos diferentes ou outros objetos presentes na sala, como caixa e apagador, balança, globo terrestre e cartolinas.
Desenvolvimento 
1ª etapa 
Os alunos sabem o que é gravidade? Levando em conta as respostas, estimule-os a pensar na existência de uma força que nos faz permanecer no chão, com questões como "o que faz os objetos caírem no chão?". Anote as respostas em um cartaz.
2ª etapa 
Mostre o globo terrestre e conte que a Terra gira em torno de si mesma rapidamente (e que não percebemos isso porque o planeta é muito grande). Questione-os: por que não somos arremessados para o espaço? O que nos mantém no chão? Registre as respostas da turma novamente.
3ª etapa 
Retome as ideias do cartaz e faça comentários, encaminhando o grupo a perceber a relação entre o motivo que não nos deixa tirar o corpo do chão por mais que alguns segundos e o que nos mantém presos à Terra. Explique que o motivo é a gravidade e registre a ideia no cartaz.
4ª etapa 
Apresente o vídeo. Explique que as imagens mostram o dia a dia em uma estação espacial. Questione por quê os objetos e as pessoas flutuavam e como eles ficam parados no ar. Sugira que consultem o cartaz e, depois, sistematize as falas dos alunos, explicando que no espaço a força da gravidade é bem baixa.
5ª etapa 
É hora de analisar se a força gravitacional age do mesmo jeito seja lá qual for o peso do objeto que estiver caindo. O que os alunos pensam sobre isso? O mais pesado cai mais rápido? Eles tendem a dizer que sim e recorrer ao peso para justificar. Anote as respostas em outro cartaz e pese as pelúcias com a ajuda deles.
6ª etapa 
Peça que dois estudantes subam em cadeiras e deixem os bichos caírem no mesmo instante da mesma altura. Oriente a turma a observar. Se necessário, refaça a experiência para que todos percebam que ambos chegam ao chão ao mesmo tempo.
7ª etapa 
Retome as respostas da 5ª etapa e contraponha-as aos resultados da experiência para que os alunos usem a ideia de que a gravidade atrai os corpos para o chão aliada à simultaneidade da queda para justificar esse fato. Registre as explicações e sistematize o conhecimento, explicando que a força da gravidade age da mesma maneira sobre os corpos e que as coisas, no geral, independentemente de tamanho ou peso, caem ao mesmo tempo. Finalize o segundo cartaz com a conclusão.
Avaliação 
Observe as falas das crianças, analisando se usam os termos força e gravidade. Peça que façam um desenho de observação da queda das pelúcias. É importante que sinalizem a gravidade - usando setas apontadas para o chão, por exemplo.
Flexibilização 
Antecipe a etapa da exibição do vídeo junto ao AEE e faça a áudio-descrição das imagens. Discuta com o aluno cego a percepção que ele tem sobre a gravidade. Use um globo terrestre adaptado para mostrar ao aluno a rotação da Terra e estimule que todos os registros sejam feitos em braile, mesmo que a criança ainda não domine este sistema de escrita. Uma sugestão para analisar a força gravitacional é amarrar chocalhos nos objetos e permitir que o aluno avalie o peso de cada um antes que sejam arremessados. Com o barulho dos chocalhos será mais fácil perceber que os objetos chegam ao chão simultaneamente. Reforce a descrição oral de todas as etapas e ofereça materiais para que a criança faça o desenho na etapa de avaliação e sinalize a gravidade - como cola de relevo, canudos ou pedaços de barbante. Se necessário, amplie o tempo de realização desta sequência para o aluno.

FONTE: http://www.gentequeeduca.org.br/planos-de-aula/o-que-e-gravidade

sábado, 4 de outubro de 2014

O ENSINO DA MATEMÁTICA NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL

A partir de quando é possível abordar a multiplicação e a divisão na escola? A resposta é de ouriçar os educadores mais conservadores: elas já podem aparecer nos primeiros anos do Ensino Fundamental. Problemas envolvendo ambas as situações devem ser explorados em um trabalho continuado que percorra toda a escolaridade. Outra visão que se modificou nos últimos anos diz respeito à segregação do multip licar e do dividir. Por que tratá-los como etapas diferentes se a ligação entre eles é tão estreita?
A ideia defendida por especialistas de renome é buscar cada vez mais evidenciar as relações existentes entre as operações, mesmo antes da sistematização de seus algoritmos.
Desenvolver a compreensão dos conceitos por trás das operações e dar condições às turmas para que joguem com as estruturas multiplicativas amplia a visão sobre a Matemática. Resultado? O aluno avança de forma autônoma na resolução dos problemas e o que parecia indecifrável começa a fazer sentido

Menina bonita do laço de fita: trabalhando as diferenças na educação infantil



Modalidade / Nível de Ensino Componente Curricular Tema
Educação Infantil        Arte Visual                      O fazer artístico
Educação Infantil     Natureza e sociedade        Organização dos grupos e seu modo de         ser,  viver e trabalhar
Educação Infantil    Linguagem oral e escrita               Falar e escutar

 O que o aluno poderá aprender com esta aula

  • Perceber-se e perceber o outro como diferente;
  • Respeitar as diferenças;
  • Desenvolver e potencializar a criatividade.

Duração das atividades

5 horas aulas

Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno

      O/a  professor/a deve observar a turma em suas relações pensando nas seguintes questões: há crianças que não conseguem interagir com o grupo? Há crianças que expressam verbalmente sua dificuldade em aceitar o outro. Como se dão as interações nos momentos de brincadeiras livres? Como são feitas as escolhas dos parceiros de brincadeiras e de atividades em grupo? Todas essas e outras questões possibilitam ao professor, perceber os preconceitos velados entre nossas crianças

Estratégias e recursos da aula

Primeiro Momento

 Leve para a sala de aula uma história para contar às crianças que contemple ou mencione “diferenças”. No caso dessa aula a sugestão é a história “Menina Bonita do laço de fita” da autora Ana Maria Machado. 

A história pode ser contada com diferentes estratégias: fantoches de uma boneca negra com as características da Menina Bonita e com um coelhinho branco, apenas lendo o livro e mostrando as gravuras ou de acordo com a criatividade do professor. No caso dessa aula, a história foi contada por meio de uma caixa construída só para essa história


Fonte retirada: http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=18588

APRENDENDO MATEMÁTICA A PARTIR DE DADOS, ARGOLAS E BOLICHE





Objetivo(s) 
- Construção e ampliação de um repertório de cálculos memorizados.
- Elaboração de procedimentos de cálculo mental.
- Resolução e elaboração de problemas a partir de contextos de jogo.

Conteúdos:
Cálculo mental de adições e subtrações.
Resoluções de problemas.

Ano(s) 
Tempo estimado 
Em torno de 15 aulas.
Material necessário 
- Dados, argolas, garrafas pet, cartolina, papel sulfite, etiquetas e fita colante para a confecção dos jogos e tabelas de resultados.
Desenvolvimento 
1ª etapa 
Introdução
Nessa etapa, o objetivo é verificar quais cálculos os alunos já resolvem com autonomia e quais ainda não. Para isso, organize uma avaliação diagnóstica em que apareçam cálculos como adições cujo resultado seja igual a dez (1+9, 2+8, 3+7, 4+6,5+5), de números de um algarismo (8+3, 6+7 etc.), adições de parcelas iguais (5+5, 4+4, etc.), de números redondos ou terminados em cinco (20+20, 30+60, 25+25, 45+15 etc.) e outros terminados em diferentes unidades (63+15 etc.). Ao orientar a classe para a realização dessa atividade, peça que cada um registre, ao final da avaliação, quais cálculos eles já sabiam o resultado, quais foi possível calcular mentalmente e quais foi preciso fazer uso do cálculo escrito (seja por meio de estratégias pessoais ou do algoritmo). Explique para a turma que é importante realizar a atividade individualmente para que possa conhecer bem o que cada um já sabe sobre cálculos de adição e, assim, propor boas atividades para todos.
Sempre que apresentar um novo jogo, distribua uma cópia da regra para cada um e leia conjuntamente com a turma:
Dados:
Regra do Jogo de Dados - Melhor de 5: Lance dois dados ao mesmo tempo, some o resultado obtido e o anote em uma folha avulsa. Após cinco rodadas, compare o resultado final com o de seu colega. Ganha quem tiver a maior pontuação.
Há uma grande variedade de jogos de dados. Por isso, é preciso escolher qual versão será usada em função das necessidades da turma. Por exemplo, se você tiver alunos que ainda não tenham memorizado os resultados das adições de números de um algarismo (1+1, 2+2, 2+1, 3+5, 6+4, etc.) é interessante propor o jogo de dados, como por exemplo o "Melhor de 5", que pode ser realizado em duplas ou trios.

Boliche:
Regra do Jogo de Boliche: Cada garrafa possui uma pontuação que varia de acordo com a sua cor: amarelas (3 pontos), azuis (4), verdes (5) e vermelhas (6). Jogue a bola e tente derrubar o máximo de garrafas possíveis. Atenção: para fazer o lançamento não é permitido ultrapassar a linha traçada no chão pela professora. Cada aluno pode fazer apenas três lances. Some os pontos das garrafas que conseguiu derrubar. Ganha aquele que fizer mais pontos.
Antes de iniciar o jogo com a sala, organize as garrafas em forma de um triângulo (na base quatro garrafas, em seguida três, depois duas e, na ponta, uma garrafa - aqui seria melhor inserir um desenho) e faça uma linha com giz para indicar o local onde os alunos devem fazer o lançamento.
No jogo de boliche, pode-se atribuir uma pontuação única para as garrafas para trabalhar com somas sucessivas de um mesmo número e favorecer a construção de um repertório multiplicativo (por exemplo, se as garrafas valem cinco pontos e, uma criança derruba 7 garrafas, ao longo de suas tentativas, terá que somar 5+5+5+5+5+5+5 ou fazer 7x5, para calcular quantos pontos obteve).
Outra alternativa é atribuir pontos diferentes, anotados nas garrafas com etiquetas, para favorecer a construção de diferentes procedimentos aditivos (por exemplo, se o aluno tiver derrubado cinco garrafas com os seguintes pontos: 13, 17, 25, 12 e 10, pode primeiro somar todas as dezenas 10+10+20+10+10=60 e depois as unidades: 3+7 dá 10, 10+5 dá 15, 15 +2 dá17, então juntar tudo: 60+17 é igual a 77) ou fazer primeiro as somas mais fáceis ("eu sei que 3 + 7 dá 10, então 17+13 é igual a 10+10+10 que dá 30, 25 mais 2 dá 27 e mais 10 dá 37 e se somar o 10 que falta, 47, esse número mais o 30 que eu tinha achado primeiro dá 77).

Argolas:
Regra do Jogo de Argolas: Cada aluno terá três chances para encaixar cada uma das três as argolas nas garrafas. O objetivo é acertar aquelas que têm maior pontuação. Ao final, some quantos pontos fez e o registre em uma folha avulsa. Compare o resultado com o de seus colegas. Ganha quem fizer mais pontos.
Encape cada garrafa pet com uma cor (por exemplo: azul, verde, amarela, vermelha e preta) e defina um ponto para cada cor, por exemplo: azul=15, verde=25, amarela=35, vermelha=45 e preta=55). Assim como no jogo de boliche, é necessário definir um espaço para os lançamentos, então trace uma linha de giz no chão e combine que não se pode ultrapassá-la na hora de fazer os lançamentos.
Proponha os jogos algumas vezes, garanta que todas as crianças circulem por todos eles. Certifique-se de que todos compreenderam o funcionamento de cada um deles. Enquanto realizam a atividade, solicite que registrem os resultados em uma folha avulsa para que você possa recolher e analisar o que a turma sabe. Esse é um rico material para elaborar um portifólio e acompanhar os avanços de cada aluno ao longo da sequência.
Nas próximas três aulas, organize a sala em grupos de quatro crianças, agrupe aquelas que possuem repertórios de cálculo semelhante e proponha, no início de cada aula, o jogo que possibilitará que cada aluno/grupo amplie seus conhecimentos de cálculo. Escolha o jogo mais adequado às necessidades dos alunos, sempre levando em conta os resultados da avaliação diagnóstica.
No caso dos jogos de argolas e boliche é possível variar a pontuação atribuída às garrafas para ajustar o desafio e com isso atender necessidades de todos os alunos. Para as crianças com menor desenvoltura no cálculo, proponha números redondos ou menores (somar 10+20 é muito mais fácil que calcular 18 +15. É interessante, a principio, propor somas de unidades, para construir um repertório de resultados de adição, que funcionarão como apoio para cálculos mais complexos.
Além disso, é importante propor somas de números redondos, o que favorece que as crianças se baseiem em resultados conhecidos de somas de um algarismo para calcular a soma de dezenas iniciadas por eles, por exemplo: saber quanto é 4+4 ajuda a saber quanto é 40+40). Para aquelas com um amplo repertório de resultados e procedimentos de cálculo, proponha números maiores, como dezenas e centenas "quebradas", por exemplo. Observe os procedimentos que os alunos utilizam para calcular e anotar os resultados dos jogos. Anote aqueles que lhe parecer mais interessantes para elaborar situações problemas.
Enquanto jogam, supervisione os grupos. Sempre que necessário retome as regras dos jogos, explique porque existe a necessidade de registrar os resultados, solicite que determinada criança lhe conte como fez para calcular. Aproveite este momento para registrar bons procedimentos de cálculo e ideias que as crianças apresentaram a seus colegas de classe. Separe algumas aulas para a socialização de bons procedimentos que a turma encontrou para "calcular rápido os resultados das partidas". Depois da discussão coletiva, anote as conclusões em num cartaz e incentive a todos a consultá-las para jogar. Solicite também que eles copiem no caderno.
2ª etapa 
Aproveite suas anotações para resgatar os procedimentos mais interessantes que foram utilizados pelos alunos para propor situações problemas que explorem o contexto dos jogos para as crianças resolverem com o objetivo de tornar comum determinadas estratégias de cálculo mental, que você considera importantes para sua turma e para sistematizar os repertórios de cálculo. Também é possível colocar em discussão procedimentos equivocados.
Um erro comum entre os alunos é calcular a pontuação, usando apenas a quantidade de garrafas, desconsiderando a pontuação de cada uma delas. Caso isso ocorra, levante algumas questões, como por exemplo: É possível saber quem ganhou o jogo sabendo apenas que dois alunos acertam o mesmo número de garrafas? Se um acertou apenas as amarelas, enquanto o outro acertou uma azul e outra vermelha?

Dados
a) Jogando 2 vezes os dois dados, qual o maior número que se pode encontrar? E o menor?

b) A professora explicou a sua sala um jogo de dados chamado "Forme 10", em que cada participante joga dois dados, e se não tiver atingido 10, pode jogar mais um dado. Depois que todos tinham jogado e entendido o jogo, desafiou a turma a encontrar todas as formas possíveis de formar 10, com dois ou três dados. Tente, você também, resolver esse desafio.

As situações problemas que abordam o jogo de dados permitem socializar um repertório de resultados de adições de um algarismo e na sua discussão a sala pode combinar um conjunto de resultados que é importante saber de memória. Uma possibilidade é propor que a turma preencha uma tabela (como no exemplo abaixo) para indicar quais são os cálculos que eles já sabem fazer de memória. Com o tempo os alunos irão acrescentando colunas com outros exemplos de adição e subtração.

ação.
Descrição da imagem
Argolas:
a) Antonio, Lucas, Artur e Rodrigo estavam jogando argolas juntos. Nesse jogo, as garrafas tinham a seguinte pontuação:

Descrição da imagem

Antonio acertou três argolas na garrafa azul e uma na amarela.
Lucas acertou uma argola na garrafa azul, uma na verde e uma na vermelha.
Artur acertou duas argolas apenas, uma na garrafa vermelha e outra na preta.
Rodrigo acertou três argolas, todas na garrafa amarela.

Quem ganhou o jogo?

b) Com que combinação de argolas na garrafa é possível atingir 100 pontos? Há mais de uma combinação possível?

Os números escolhidos para o jogo das argolas na primeira questão permite socializar e sistematizar procedimentos para somas de números terminados em 5.
No segundo item, é comum que aqueles alunos com mais dificuldade podem testar cada um dos valores das argolas até encontrar a soma que resulte em 100. É importante que o professor acompanhe como as duplas estão resolvendo e, no momento da correção, peça para eles socializarem os procedimentos utilizados. Se os alunos já dominam algumas estratégias de cálculo mental, certamente eles farão algumas antecipações, como por exemplo, somar primeiro as unidades e depois as dezenas.

Boliche
a) Num jogo de boliche, ficou combinado que cada garrafa valeria 9 pontos. José acertou 9 garrafas e para calcular seus pontos somou 9+9+9+9+9+9+9+9+9. Lucas disse que tinha um jeito muito mais fácil e rápido de calcular. Tente descobrir, você também, um método melhor para fazer a conta de José. Depois troque ideias com seus colegas para definirem um método que seja bom para a turma.

b) Em outro jogo, as garrafas valiam 15 pontos. Quantas garrafas são necessárias acertar para fazer 30 pontos? E 60? E 90?


Atividades como essas permitem sistematizar procedimentos para adição de parcelas iguais e introduz a possibilidade de recorrer à multiplicação para encontrar o resultado. (Por exemplo, no problema a, que pede ao aluno a busca de um procedimento mais rápido que a soma reiterada de 9 para somar 9 vezes o nove, pode trazer soluções como usar a tabuada do 9 para encontrar esse resultado, multiplicando 9x9; ou via cálculo mental, em soluções como "fazer 9x10 é simples, já sabemos que é 90. 9x9 tem um 9 a menos que 9x10, então é só tirar 9 de 90, que dá 81". O professor deve socializar as diferentes resoluções e discutir com os alunos quais são as melhores formas de encontrar aquele resultado; comentando também quais são as estratégias esperadas que os alunos dominem daquele ano. O ideal é que no 4º ano todos possam usar multiplicações em problemas como estes.
3ª etapa 
Proponha às crianças que elaborem novos enunciados para trocar entre si, utilizando situações dos jogos que todos conheceram e jogaram. Trata-se de uma ótima oportunidade para você avaliar o quanto aprenderam dos jogos, os cálculos que propõem, e o que explicitam ao elaborar um enunciado de problema. Discutir os enunciados com a turma e propor situações de revisão deles é uma ótima oportunidade para que todos compreendam mais sobre a lógica por trás dos problemas e as operações que cada desafio pede.
Avaliação 
Faça uma nova avaliação diagnóstica para verificar o quanto os alunos avançaram em relação ao diagnóstico inicial e o que falta para que eles alcancem os objetivos esperados.

FONTE: http://www.gentequeeduca.org.br/planos-de-aula/com-boliches-dados-e-argolas-turma-aprende-fazer-calculos

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

O SÍTIO DO PICAPAU AMARELO: CRIANDO BONECOS DE LEGUMES COM PEDRINHO

Modalidade / Nível de Ensino Componente Curricular Tema
Educação Infantil Movimento Expressividade
Educação Infantil Arte Visual O fazer artístico
Aula
O que o aluno poderá aprender com esta aula
Construir bonecos de legumes usando a criatividade e habilidade.
Duração das atividades
Cada atividade será desenvolvida em diferentes momentos com duração aproximada de 15 minutos.
Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno
 Características do personagem Pedrinho.
Estratégias e recursos da aula
Atividade 1 – Criando Bonecos e animais usando Legumes com Pedrinho

1º Momento: O(A) professor (a) deve conversar com as crianças sobre as brincadeiras que Pedrinho gostava de brincar. Uma delas era fazer bonecos e animais usando legumes (chuchu, cenoura) e espetando palitos. O(a) professor(a) deve motivar as crianças dizendo que da mesma forma que Pedrinho podemos fazer bonecos e animais legais. Em seguida combinar com elas quais legumes elas gostariam de trazer e enviar um bilhete aos pais solicitando os mesmos.

2º Momento: O (A) professor (a) coloca os legumes numa bandeja e sentado na roda com as crianças vai questionando-as sobre qual animal ou brinquedo pode ser transformado aquele legume.

SUGESTÃO: O(A) professor(a) pode convidar alguém (funcionário, pai) para se caracterizar de Pedrinho e quando sentar na roda apresentá-lo ao grupo explicando o motivo da sua visita na sala de aula, dizendo que ele veio a sala para nos ensinar a fazer os brinquedos com os legumes. Nesse momento algumas questões podem ser feitas para Pedrinho (Onde Pedrinho mora? Vocês sabem do que ele gosta de brincar? Querem fazer alguma pergunta a ele? Quem mora com Pedrinho no Sítio do Picapau Amarelo?).Depois da confecção dos brinquedos com legumes o (a) professor(a) deve proporcionar as crianças um momento de brincadeiras com os brinquedos construídos com legumes. As fotos abaixo ilustram esse momento.

Fonte retirada do site: http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=4494
 

Branca de neve e os sete anões: a linguagem teatral na Educação infantil









Modalidade / Nível de EnsinoComponente CurricularTema
Educação Infantil Linguagem oral e escrita Falar e escutar
Educação Infantil Movimento Expressividade
Educação Infantil Arte Visual O fazer artístico
Educação Infantil Linguagem oral e escrita Práticas de escrita
Educação Infantil Linguagem oral e escrita Práticas de leitura

O que o aluno poderá aprender com esta aula
  • Despertar o gosto por ouvir histórias;
  • Ter contato com a literatura infantil;
  • Ampliar a capacidade de imaginação;
  • Desenvolver a criatividade;
  • Ocupar papéis;
  • Interessar-se pela linguagem teatral;
  •  Vencer dificuldades emocionais;
  • Utilizar outras linguagens - Linguagem teatral - cenário, personagem e ação dramática - nas situações do cotidiano da sala de aula ampliando as possibilidades de aprendizagem e desenvolvimento
Duração das atividades
10 horas aulas
Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno
É importante ter o hábito de ler histórias em sala para e com as crianças e também compreender como a linguagem teatral pode contribuir para o desenvolvimento dos pequenos. É importante ainda, oportunizar situações em que as crianças sejam o centro do trabalho educativo e a linguagem teatral é uma ótima aliada nesse trabalho. Como nos ensina Vigotski (2009), as crianças externalizam sua compreensão acerca do meio em que vivem – sociedade, família, escola, amigos etc – por meio da imitação criativa. Nesses momentos, podem experimentar o lugar de mãe, vizinha, irmão, pai, madrasta assim como atos morais de heroísmo, coragem, medo, tristeza, alegria, dor etc, e reorganizar suas compreensões e impressões acerca desses elementos. Ao vivenciar esses “lugares” e reorganizar suas impressões podem ter afloradas novas compreensões, só que agora um tanto mais elaboradas e assim sucessivamente poderão vivenciar situações, por força do instinto e da imaginação que os ambientes cotidianos da vida não lhes apresentam.   Portanto, fazer uso da linguagem teatral e da imaginação das crianças no dia a dia da sala de aula, é para mim momento prazeroso e importante no desenvolvimento de minhas crianças.
Estratégias e recursos da aula
Para introduzir a atividade: Aula de 60 minutos
   Leve para as crianças uma história clássica do universo infantil: Cinderela, Bela Adormecida, Chapeuzinho Vermelho ou outra história de sua preferência. No caso dessa aula, utilizamos a história Branca de neve e os sete anões. Para contar a história, você professor, pode utilizar diferentes recursos: fantoches, leitura da história com o livro, dramatização (para a dramatização da história você precisará da ajuda de alguns colegas de trabalho), projeção em slides, teatro com varetas, colocar a história narrada para as crianças ouvirem, ou outro recurso que preferir. No caso dessa aula, fizemos uso de fantoches.

Retirado do site: http://portaldoprofessor.mec.gov.br/fichaTecnicaAula.html?aula=22617

MULTIPLICAÇÕES COM NÚMEROS NATURAIS POR BASE 100.








Proponha agora multiplicações e divisões por 100 e por 1.000. Siga a mesma sequência realizada na multiplicação de números naturais por 10, selecionando os números para os cálculos com intencionalidade. Por exemplo, para a multiplicação por 100, proponha 23 X 100, 20 X 100, 105 X 100, 123 X 100 e 120 X 100. Questione o que os alunos podem concluir sobre as multiplicações e divisões realizadas nesta etapa. Para sistematizar as descobertas, escreva coletivamente a regra no quadro e oriente que todos a anotem no caderno. Espera-se que os alunos tenham identificado a regularidade envolvida nos processos multiplicativos. Multiplicar qualquer número natural por 10, 100 e 1.000 muda a ordem de grandeza, acrescentando-se um, dois ou três zeros, respectivamente, à direita da cifra. Por exemplo, em 23, o 3 vale três, mas depois que ele é multiplicado por 100, resultando em 2.300, o 3 vale trezentos. Explique que a regra elaborada em conjunto pode ser utilizada para solucionar outros cálculos, a fim de agilizar e facilitar a resolução. Assim, não há a necessidade de "armar a conta" nem utilizar a calculadora.

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

MATEMÁTICA: POLIEDROS E CORPOS REDONDOS










Objetivo(s) 
- Classificar objetos a partir de critérios próprios ou preestabelecidos.
- Classificar sólidos geométricos em poliedros e corpos redondos.
Conteúdo(s) 
Classificação de formas espaciais em poliedros ou corpos redondos.
 Ano(s) 
Tempo estimado 
Quatro aulas.
Material necessário 
Peças do bloco lógico, papel pardo, tinta guache, pincel, sólidos geométricos (cubos, esfera, cone, pirâmides etc.), moldes de poliedros e corpos redondos, tesoura e cola.
Desenvolvimento 

1ª etapa 

Organize as carteiras da sala em disposição retangular e, no centro, arrume sobre algumas as peças do bloco lógico. Convide um aluno para distribuí-las em grupos. Para isso, ele deverá escolher um critério de separação, mas não deverá informar sua decisão à turma. No momento em que terminar sua ação, a garotada será convocada a descobrir o critério utilizado. Repita essa estratégia até que vários critérios sejam usados, como cor, tamanho e forma. Ao fim desse processo, explique aos alunos que estamos fazendo classificações e que, mesmo sem perceber, utilizamos um critério para isso. Dê exemplos: "Separamos os livros escolares de acordo com o dia da semana e com o horário de aulas"; "Geralmente guardamos separadamente garfos, facas e colheres, pois isso facilita nossa vida no momento em que precisamos apanhá-los"; etc.
Flexibilização para deficiência física (cadeirante com pouca mobilidade de membros superiores)
Escolha um lugar para o aluno que favoreça sua participação, próximo a colegas mais colaboradores e com acesso fácil para que você o auxilie.

2ª etapa 

Com a turma organizada em disposição retangular, coloque os sólidos (cubos, pirâmides, esfera, cone etc.) sobre uma mesa e fixe no quadro duas folhas de papel pardo. Convide um aluno para escolher um sólido e fazer uma previsão da quantidade e da forma dos carimbos da figura geométrica que ele escolheu (podem ser compostos quadrados, triângulos ou círculos, por exemplo). Ele deve comunicar essa previsão à turma, passar tinta guache em toda parte externa do sólido escolhido e realizar os carimbos na folha de papel para comparar com sua previsão inicial. Quando todos os sólidos forem carimbados, proponha uma discussão determinando uma maneira de distribuir os carimbos e seus respectivos sólidos em dois grupos. Chame atenção parao fato de que eles devem observar tanto os sólidos quanto o contorno das marcas deixadas pelos carimbos. Em um dos grupos ficarão os sólidos com os carimbos que só deixaram contornos retos, e no outro ficarão os que deixaram contornos arredondados e "linhas". Mesmo que os alunos não utilizem a nomenclatura apropriada, é provável que cheguem à conclusão de que há alguns sólidos que:
- Carimbaram o papel deixando a marca de um círculo ou de um "pedaço de reta" (isso só ocorre com cones e cilindros).
- Apenas a esfera carimbou o papel com um ponto.
- Os demais objetos carimbaram o papel, deixando a marca de regiões com "lados retos" (regiões poligonais). Esses são os poliedros. Na finalização desta etapa, informe à garotada o nome dos objetos: a esfera, o cilindro e o cone são denominados corpos redondos; os demais são poliedros.

Flexibilização para deficiência física (cadeirante com pouca mobilidade de membros superiores)
Auxilie o aluno com deficiência física a chegar ao quadro e, se necessário, carimbe junto com ele. Se avaliar que é mais adequado adaptar o material, ofereça uma mesma folha para ele carimbar sobre a carteira ou prancha adaptada. Convide-o a participar das discussões, faça perguntas dirigidas ou peça que opine ou retome sobre a colocação de um colega.

3ª etapa 

Organize grupos de quatro alunos e distribua moldes de diferentes poliedros e corpos redondos (sem estarem identificados com seus nomes). Peça aos alunos que observem o molde recebido, decidam se ele é a planificação de um poliedro ou de um corpo redondo e registrem essa decisão. Assim que os alunos identificarem suas planificações, solicite que pintem de vermelho as que representam poliedros e de azul as que representam corpos redondos. Depois, diga que recortem e montem os sólidos. Percorra os grupos para observar se as crianças identificam os dois grupos de sólidos na forma planificada. Na finalização desta etapa, organize uma discussão com todo o grupo para que os alunos expressem que os elementos existentes nas planificações garantem a diferenciação de poliedros e corpos redondos. Eles podem justificar, por exemplo, que nos moldes de corpos redondos há "curvas", enquanto nos de poliedros, não.

Flexibilização para deficiência física (cadeirante com pouca mobilidade de membros superiores) 
Substitua a pintura da planificação por um X em vermelho e em azul, ou apenas solicite ao estudante a separação entre ambas.
Avaliação 
A partir do reconhecimento de que é possível classificar as formas espaciais, os alunos ficam curiosos e costumam citar objetos que fazem parte do seu dia a dia para saber se é um poliedro ou um corpo redondo. Aproveite para levar o aluno a concluir a que
grupo de sólidos o exemplo que ele citou faz parte. Você pode sugerir, por exemplo, para ele imaginar como seriam os carimbos desse sólido, pois esse tipo de trabalho colabora para aumentar a proficiência dos alunos no desenvolvimento da visão espacial.

Flexibilização para deficiência física (cadeirante com pouca mobilidade de membros superiores)
Planeje com o AEE outras atividades que explorem esses conceitos. Há jogos no computador que são bem estimulantes e de acesso fácil.
Flexibilização 
Cadeirante com pouca mobilidade de membros superiores
Amplie os objetivos propondo aquisições básicas para cada atividade. Faça adequações quanto aos recursos de apoio para realização das propostas. E estimule a colaboração dos colegas.
Deficiências 
Física